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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Portal Aberto de Inova&#xE7;&#xE3;o Tecnol&#xF3;gica</provider_name><provider_url>https://inovaufopa.tech</provider_url><author_name>email.to.celson@gmail.com</author_name><author_url>https://inovaufopa.tech/index.php/author/email-to-celsongmail-com/</author_url><title>model-bio - Portal Aberto de Inova&#xE7;&#xE3;o Tecnol&#xF3;gica</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="0vtD90TrMs"&gt;&lt;a href="https://inovaufopa.tech/index.php/model-bio/"&gt;model-bio&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://inovaufopa.tech/index.php/model-bio/embed/#?secret=0vtD90TrMs" width="600" height="338" title="&#x201C;model-bio&#x201D; &#x2014; Portal Aberto de Inova&#xE7;&#xE3;o Tecnol&#xF3;gica" data-secret="0vtD90TrMs" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script&gt;
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</html><description>Estudos de futuro para acelerar a bioeconomia amaz&#xF4;nica e nordestina, conectando inova&#xE7;&#xE3;o regional ao ecossistema europeu. O projeto Model-Bio &#xE9; uma iniciativa estrat&#xE9;gica, apoiada pelo CNPq, para elaborar estudos de futuro, concentrando-se em tr&#xEA;s pilares fundamentais: (i) modelos de transfer&#xEA;ncia de tecnologia, (ii) desenvolvimento de rotas para a bioeconomia na Amaz&#xF4;nia e Nordeste do Brasil, e (iii) o fortalecimento de redes de inova&#xE7;&#xE3;o regionais atrav&#xE9;s da coopera&#xE7;&#xE3;o internacional. O objetivo &#xE9; transformar a vasta biodiversidade brasileira em produtos de alto valor agregado, superando o modelo atual de explora&#xE7;&#xE3;o de commodities e garantindo solu&#xE7;&#xF5;es para desafios globais como seguran&#xE7;a alimentar e sustentabilidade. Apesar de deter a maior biodiversidade do mundo, o Brasil perdeu protagonismo no debate global da bioeconomia e possui uma participa&#xE7;&#xE3;o inexpressiva nos mercados de produtos compat&#xED;veis com a floresta. As principais barreiras identificadas s&#xE3;o a aus&#xEA;ncia de uma estrat&#xE9;gia nacional clara, a falta de modelos de neg&#xF3;cios modernos baseados em tecnologia e a ambiguidade sem&#xE2;ntica sobre o conceito de bioeconomia, o que dificulta a formula&#xE7;&#xE3;o de pol&#xED;ticas p&#xFA;blicas eficazes.O Model-Bio prop&#xF5;e a elabora&#xE7;&#xE3;o de &#x201C;estudos de futuro&#x201D; que envolvem o mapeamento de cadeias produtivas, prospec&#xE7;&#xE3;o tecnol&#xF3;gica e benchmarking com arranjos produtivos do Nordeste e da Europa. A hip&#xF3;tese central &#xE9; que essas a&#xE7;&#xF5;es direcionar&#xE3;o a cria&#xE7;&#xE3;o de modelos de neg&#xF3;cios capazes de promover a transfer&#xEA;ncia de tecnologia e a internacionaliza&#xE7;&#xE3;o de produtos amaz&#xF4;nicos.Para isso, uma estrat&#xE9;gia chave &#xE9; a conex&#xE3;o com a Rede Europeia de Polos de Inova&#xE7;&#xE3;o Digital (via UNINOVA/GRIS) para modelar um piloto de &#x201C;Polo Amaz&#xF4;nico de Bioeconomia&#x201D; (PABI), utilizando a metodologia de &#x201C;testar antes de investir&#x201D; e aproveitando o destaque que o tema da bioeconomia tem ganhado em agendas globais, como a realiza&#xE7;&#xE3;o da COP-30 em Bel&#xE9;m-Par&#xE1; em 2025. Mapear rotas das principais cadeias produtivas da bioeconomia na Amaz&#xF4;nia e no Nordeste. Prospectar tecnologias relacionadas &#xE0;s cadeias produtivas identificadas. Identificar inter-rela&#xE7;&#xF5;es entre cadeias produtivas e indica&#xE7;&#xF5;es geogr&#xE1;ficas, detalhando seus modelos de governan&#xE7;a. Realizar benchmarking tecnol&#xF3;gico e econ&#xF4;mico: Amaz&#xF4;nia &#xD7; Nordeste &#xD7; Europa. Elaborar modelos de neg&#xF3;cios focados em transfer&#xEA;ncia de tecnologia e internacionaliza&#xE7;&#xE3;o de produtos amaz&#xF4;nicos. Conectar-se &#xE0; Rede Europeia de Polos de Inova&#xE7;&#xE3;o Digital para modelar um piloto de Polo Experimental de Inova&#xE7;&#xE3;o Digital para a Bioeconomia. Equipe Parceiros UFOPA ISEG UFAL MuCA SEBRAE SENAI Goi&#xE1;s UNINOVA Celson Pantoja Lima Coordenador Alo&#xED;sio Costa Barros Bruno Almeida da Silva En&#xE9;ias Monteiro da Silva Enoque Clavino Melo Alves Fl&#xE1;vio Arthur Campos Figueira Izabela Cristina Lopes Carvalho Jos&#xE9; Roberto Branco Ramos Filho Kleydson de Jesus Fernandes Rosinei de Sousa Oliveira Joaquim Ramos Silva Coordenador Universidade de Lisboa &#x2013; ULisboa Luciana Peixoto Santa Rita Tatiane Luciano Balliano Wander Soares de Oliveira Thyago Batista Ribeiro Gatto Rolando Vargas Vallejos Ricardo Lu&#xED;s Rosa Jardim Gon&#xE7;alves Coordenador Jo&#xE3;o Filipe dos Santos Sarraipa Universidade Federal do Oeste do Par&#xE1; (UFOPA) Universidade Federal de Alagoas (UFAL) Museu de Ci&#xEA;ncia da Amaz&#xF4;nia (MuCA) Instituto SENAI de Tecnologia de Alimentos &#x2013; Goi&#xE1;s Instituto Nacional de Propriedade Industrial(INPI) Polo de Refer&#xEA;ncia em Bioeconomia do SEBRAE Universidade de Lisboa (ULisboa), Portugal Universidade NOVA de Lisboa (UNL), Portugal Resultados Esperados Contribui&#xE7;&#xF5;es para a revis&#xE3;o do conceito de bioeconomia e modelo de caracteriza&#xE7;&#xE3;o de cadeias produtivas. Mapeamento e caracteriza&#xE7;&#xE3;o de cadeias produtivas de alto potencial na Amaz&#xF4;nia, Nordeste e Portugal. Modelo preditivo com IA para prospec&#xE7;&#xE3;o tecnol&#xF3;gica em bioeconomia. Estudo de futuro com roadmap tecnol&#xF3;gico para cadeias brasileiras. Relat&#xF3;rio sobre benef&#xED;cios, desafios e recomenda&#xE7;&#xF5;es de governan&#xE7;a para indica&#xE7;&#xF5;es geogr&#xE1;ficas. Banco de modelos de opera&#xE7;&#xE3;o para elos das cadeias de valor mapeadas. Modelo conceitual do Polo de Inova&#xE7;&#xE3;o Digital Experimental de Bioeconomia (PIDEB) e conex&#xE3;o com a rede europeia. Preliminares Como parte da fase de elabora&#xE7;&#xE3;o da proposta, foi realizada uma prospec&#xE7;&#xE3;o tecnol&#xF3;gica pr&#xE9;via em bases de patentes. Esta an&#xE1;lise inicial revelou que as cadeias produtivas da Amaz&#xF4;nia possuem um n&#xFA;mero muito reduzido de patentes depositadas, indicando uma grande oportunidade para desenvolvimento tecnol&#xF3;gico. Esses n&#xFA;meros s&#xE3;o inexpressivos quando comparados a insumos como a Aloe Vera, que possui mais de 40 mil patentes, indicando uma baixa maturidade tecnol&#xF3;gica nos ativos da biodiversidade amaz&#xF4;nica e refor&#xE7;ando a necessidade do projeto.Posteriormente, foi desenvolvido um framework metodol&#xF3;gico de busca aplicada &#xE0;s bases de dados cient&#xED;ficas e patent&#xE1;rias no &#xE2;mbito do projeto, com foco na cadeia produtiva do guaran&#xE1;. O objetivo do framework &#xE9; mapear o conhecimento e a tecnologia existentes sobre o tema, seguindo um fluxo estruturado de identifica&#xE7;&#xE3;o, filtragem e an&#xE1;lise de dados.A estrat&#xE9;gia para bases de dados cient&#xED;ficas (n&#xE3;o patent&#xE1;rias) foi dividida em tr&#xEA;s fases principais: planejamento, constru&#xE7;&#xE3;o da estrat&#xE9;gia e organiza&#xE7;&#xE3;o dos dados. No planejamento, definiu-se o escopo da busca, selecionando-se bases como Scopus e Web of Science. A constru&#xE7;&#xE3;o da estrat&#xE9;gia envolveu seis etapas: (1) defini&#xE7;&#xE3;o da busca, (2) identifica&#xE7;&#xE3;o de termos t&#xE9;cnicos, (3) configura&#xE7;&#xE3;o nas plataformas, (4) aplica&#xE7;&#xE3;o de filtros (idioma, tempo, &#xE1;rea), (5) limpeza de dados (remo&#xE7;&#xE3;o de duplicatas e inconsist&#xEA;ncias) e (6) consolida&#xE7;&#xE3;o dos resultados. Ao final, ap&#xF3;s a aplica&#xE7;&#xE3;o de todos os filtros e remo&#xE7;&#xE3;o de duplicatas (por DOI e ISBN), restaram 787 textos aptos para an&#xE1;lise bibliom&#xE9;trica e revis&#xE3;o sistem&#xE1;tica, a partir de um conjunto inicial de 1.342 documentos brutos recuperados.Para as bases patent&#xE1;rias, o processo seguiu um rigor metodol&#xF3;gico similar, utilizando plataformas como Questel Orbit e Espacenet. As etapas inclu&#xED;ram: (1) defini&#xE7;&#xE3;o do escopo tecnol&#xF3;gico da cadeia, (2) identifica&#xE7;&#xE3;o de termos t&#xE9;cnicos equivalentes, (3) configura&#xE7;&#xE3;o da busca nas plataformas, (4) progress&#xE3;o da busca utilizando classifica&#xE7;&#xF5;es internacionais de patentes (IPC e CPC), (5) limpeza dos dados para elimina&#xE7;&#xE3;o de duplicatas e (6) uni&#xE3;o e combina&#xE7;&#xE3;o dos resultados finais. Este processo gerou planilhas consolidadas que integram fam&#xED;lias de patentes, cita&#xE7;&#xF5;es e dados de titulares, permitindo uma avalia&#xE7;&#xE3;o jur&#xED;dica e tecnol&#xF3;gica do cen&#xE1;rio.Este estudo est&#xE1; dispon&#xED;vel aqui: https://drive.google.com/file/d/1Y2DHCR5dnnDMIxuwR15aNVS0R5o_Tnmh/view?usp=drive_link A&#xE7;a&#xED; (Euterpe oleracea): 125 Jambu (Spilanthes acmella): 64 Guaran&#xE1; (Paullinia cupana): 171 Castanha do Par&#xE1; (Bertholletia excelsa): 93 Cupua&#xE7;u (Theobroma grandiflorum): 55 Documentos [ARTIGO] Benchmarking entre os Ecossistemas de Inova&#xE7;&#xE3;o Amaz&#xF4;nico e Portugu&#xEA;s com foco na Bioeconomia Este artigo tem como objetivo identificar as estrat&#xE9;gias para o desenvolvimento amaz&#xF4;nico, por meio da an&#xE1;lise de benchmarking entre os ecossistemas de inova&#xE7;&#xE3;o focados na bioeconomia do estado do Par&#xE1; e</description><thumbnail_url>https://inovaufopa.tech/wp-content/uploads/2025/11/Imagem_do_WhatsApp_de_2025-11-26_a_s__16.42.23_b1d9421b__1_-removebg-preview.png</thumbnail_url><thumbnail_width>459</thumbnail_width><thumbnail_height>543</thumbnail_height></oembed>
