Montagem de equipamentos marca início do primeiro Laboratório Maker do projeto Mais Ciência nas Escolas
A Escola Belo de Carvalho recebeu, em dezembro, a montagem dos primeiros equipamentos do projeto Mais Ciência nas Escolas.
A Escola Belo de Carvalho recebeu, em dezembro, a montagem dos primeiros equipamentos do projeto Mais Ciência nas Escolas.
Nos dias 4 e 5 de novembro, em Belo Horizonte/MG, o Diretor da Agência de Inovação Tecnológica (AIT/UFOPA), Dr. Celson Pantoja, representou a Universidade no I Encontro Técnico-Jurídico de Educação e CT&I da AGU.
No encontro realizado no MuCA, em Belterra, a InTap destacou cases de negócios incubados, investimentos viabilizados pela EMBRAPII e conexões estratégicas com SEBRAE e ACATE. A meta é selecionar até 5 novos incubados até o 2º semestre de 2026.
Na quinta (9), Santarém realizou a reunião inaugural do Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI), com posse de titulares e suplentes. O órgão, ligado à Semdec, vai apoiar o planejamento público e fomentar políticas de inovação e avanço tecnológico previstas em lei municipal recente.
A InTap, incubadora de negócios da UFOPA, deu início à jornada de incubação com 6 novas startups selecionadas. O processo começou com um onboarding de integração, realizado na sexta-feira dia 05 (às 15h, no NTB).
Nos dias 18 e 19 de setembro de 2025, a UFOPA vai receber a Jornada de Inovação – JINU 2025. Serão dois dias com palestras, rodas de conversa, oficinas práticas e o famoso Happy Hour da Inovação.
Representantes do Santander e do Programa Prospera visitaram a UFOPA, assistiram a pitches de startups da InTap e conheceram iniciativas de inovação e bioeconomia. A visita abriu espaço para futuras parcerias e apoio aos negócios locais.
A InTap está em seu 2º processo seletivo e vai selecionar 6 novos negócios com foco em inovação e bioeconomia. Ao todo, 29 propostas foram inscritas e o resultado final será divulgado em 22 de agosto.
Inscrições abertas para o Programa de Incubação InTap 2025! Acelere seu negócio de bioeconomia e concorra a bolsa de R$ 6.500,00 e mentorias especializadas.
Em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, o ToyLab participou da Feira do Meio Ambiente em Belterra-PA, apresentando a impressora 3D e produtos fabricados com corte a laser.
Alunos do 9º ano da comunidade Boa Esperança visitaram o ToyLab e conheceram de perto tecnologias como impressoras 3D,e cortadora a laser.
Estudantes aprenderam a criar materiais didáticos com corte a laser e modelagem 3D, para despertar novas ideias para o uso da tecnologia no ensino.
Toylab na Semana da Informática Educacional da Ufopa!
Participe das oficinas de Modelagem e Impressão 3D (20/05) e Corte a Laser (21/05), das 14h às 18h.
A Oficina de Branding e Identidade de Marca da InTap acontece em 15 de abril, às 15h, e será ministrada por Adriana T. Dalbert, consultora do SEBRAE. A atividade foca no fortalecimento estratégico de marcas inovadoras.
Os calouros de 2025 do curso de Bacharelado em Ciência da Computação da UFOPA tiveram a oportunidade de conhecer de perto o ToyLab.
A INTAP realiza, no dia 10 de abril, às 8h, o Ramp Up, uma bancada de avaliação que analisará o progresso das startups incubadas e decidirá sua progressão nos ciclos da jornada de incubação.
O Professor Celson Lima participou da Aula Inaugural da Turma 2025, da Rede PROFNIT. Toda a comunidade acadêmica e interessados foram convidados.
O TOYLab participa de dois projetos no “Piape” da Ufopa: “Sinalizações em Braille” e “Plataforma de Cultura de Inovação”.
A Primeira Roda de CEOs da InTap, realizada em 12 de fevereiro, reuniu startups para discutir desafios e oportunidades na bioeconomia amazônica. Com a participação de parceiros como Embrapii e Sebrae.
A UFOPA, por meio da Agência de Inovação Tecnológica e da Unidade Embrapii Bioforest, foi selecionada na Chamada para ICTs na Amazônia Legal.
A Incubadora do Tapajós (InTap) promove um encontro exclusivo para startups incubadas reunindo especialistas para discutir desafios e oportunidades da bioeconomia amazônica.
A Jornada de Inovação 2024 destacou o tema “Bioeconomia: Presente e Futuro” com mesas-redondas e oficinas de modelagem e prototipagem.
Durante a JINO 2024, o ToyLab teve a oportunidade de oferecer um total de cinco oficinas práticas, conduzidas por voluntários do laboratório.
O lançamento da primeira incubadora de base tecnológica voltada à bioeconomia no Oeste do Pará ocorreu durante a 2ª Jornada de Inovação.
O TOYLab firmou um acordo com o MIST-BRAZIL, programa do MIT, para receber a aluna de graduação do curso de Engenharia Química, Hanna.
O ToyLab atua com tecnologias 3D, corte a laser e fresadora. Como artefatos desse laboratório, destaca-se os produtos com características da região.
O ToyLab, em parceria com o Laboratório de Energias Renováveis, concluiu com sucesso o escaneamento de uma palheta de gerador.
Na última sessão de oficinas do mês, ToyLab ofereceu uma experiência excepcional de Modelagem 3D no Tinkercad e Impressão 3D
O ToyLab proporcionou, no dia 11/04/2024, uma experiência única com a oficina de Introdução ao Corte a Laser para alunos da UFOPA.
ToyLab conduziu sua primeira oficina na UFOPA sobre modelagem 3D com o software OpenSCAD, com alunos da UFOPA.
Este workshop oferece o desenvolvimento do seu perfil empreendedor, criação da sua ideia inovadora e uma preparação para conquistar 60 mil reais.
Evento promovido pelo Imaflora “Promovendo Sustentabilidade no Norte do Pará: Enfoque em Bioeconomia, Liderança e Carbono”
Projeto Laboratório Aberto de Bioeconomia (PEEx/Ufopa) fecha parceria com ACAJE para gerar sustentabilidade e renda por meio da Bioeconomia.
Campus Oriximiná (UFOPA) realizou a formatura de Informática Básica para Indígenas e Quilombolas, sendo pioneiro nessa ação.
A equipe do ToyLab tem se dedicado a treinamentos, visando expandir seus serviços, com enfoque em impressoras 3D, cortadora a laser e fresadora.
UFOPA anuncia aprovação do projeto “MODEL-Bio” no CNPq, focado em bioeconomia na Amazônia e Nordeste, com colaborações internacionais.
3 alunos estão desenvolvendo uma ferramenta computacional revolucionária que em breve estará disponivel no Portal Aberto de Inovação Tecnológica.
3 alunos estão desenvolvendo uma nova plataforma computacional que em breve estará disponível no Portal Aberto de Inovação Tecnológica.
A Jornada de Inovação da UFOPA 2023 já encerrou suas inscrições, elas foram um sucesso, atingindo o máximo de participantes em apenas 2 dias.
Inscrições abertas para a Jornada de Inovação Ufopa 2023: inovação e bioeconomia. Evento com participação de entidades de destaque.
O workshop “Empreender na Bioeconomia” foi um sucesso, com todas as vagas preenchidas rapidamente, promovendo o empreendedorismo na Amazônia.
Cinco estudantes da Ufopa tornam-se embaixadores do Programa Gênese e participam de uma viagem imersiva no ecossistema de Florianópolis.
O professor Celson Lima discutiu a relação da tecnologia na educação 4.0, explorando a conexão entre comunicação, ética e inteligência artificial no CTR+E.
CTRL+E 2023: TOYLab como centro de inovação educacional, impulsionando aprendizado e colaboração na interseção de inovação e educação.
Clayton dos Santos e Rosinei Oliveira do grupo AMIGO, conquistaram aprovação no Programa Integrado de Pesquisa, Ensino e Extensão da Ufopa.
Descubra o programa Gênese, uma experiência transformadora que busca despertar o talento empreendedor, com foco na preservação da Amazônia.
TOYLab participa de mesa redonda sobre bioeconomia no Oeste do Pará, discutindo oportunidades e iniciativas no “World Creativity Day”.
TOYLab participa do evento global “World Creativity Day”, promovendo palestras e oficinas práticas em Santarém, com engajamento da comunidade.
TOYLab busca financiamento da FINEP para impulsionar inovação e prototipagem no Oeste do Pará, fortalecendo ecossistema de inovação do Tapajós.
A dimensão da Amazônia apresenta inúmeros desafios para formação e qualificação de profissionais da saúde, em especial da área de Enfermagem, considerando ser a profissão que atende nos lugares mais remotos e por muitas vezes precisar prestar atendimento a pacientes críticos. A complexidade desse tipo de assistência exige conhecimento e domínio de protocolos clínicos específicos, segurança na tomada de decisão e agilidade, fatores estes que nem sempre são contemplados no processo formativo tradicional. Considerando, portanto, a importância das tecnologias no mundo globalizado e potencialmente conectante, as tecnologias educacionais surgem como estratégias fundamentais no contexto inovador para o ensino na área da saúde, com destaque para a Realidade Virtual Imersiva (RVI), a qual oportuniza a experiência acadêmica em cenários clínicos, porém em um ambiente controlado. Considerando a importância das tecnologias em formação em saúde, este estudo tem como objetivo avaliar e efetividade da Realidade Virtual Imersiva como ferramenta de ensino para acadêmicos de Enfermagem no contexto de avaliação inicial ao paciente crítico em áreas remotas da Amazônia. A pesquisa tem como metodologia um estudo quasi-experimental, com com abordagem quantitativa, a ser desenvolvida com acadêmicos de Enfermagem do 9º período do curso, em uma instituição de ensino em Santarém-PA. Terá como intervenção duas fases: uma aula expositiva dialogada e uma apresentação de cenário clínico simulado em ambiente de RVI através do uso de óculos. A coleta de dados ocorrerá após cada fase, com a utilização de instrumentos estruturados para a avaliação do desempenho dos acadêmicos em relação ao manuseio clínico e adesão ao método usado. A análise dos dados será estatística e inferencial. Com a realização desta pesquisa, estima-se que haja uma contribuição na qualificação no processo de ensino-aprendizagem dos acadêmicos de Enfermagem, bem como a desmistificação acerca da dificuldade em realizar uma análise clínica de pacientes críticos, sobretudo, em lugares sem muito aporte para este tipo de atendimento.
Graduada em Enfermagem pelas Faculdades Integradas do Tapajós (FIT), Especialista em Terapia Intensiva pela Universidade Federal do Pará (UFPA), Mestre em Sociedade, Ambiente e Qualidade de Vida pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Sociedade, Natureza e Desenvolvimento na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) . No Instituto Esperança de Ensino Superior (IESPES) atua como docente desde 2013 nos cursos da área da saúde e de gestão de negócios; atuou como coordenadora da Pesquisa e Extensão entre 2023 e 2024 e atualmente coordena o Curso Bacharelado em Enfermagem. Na Universidade Federal do Oeste do Pará, atuou por dois anos como professora substituta no Instituto de Saúde Coletiva (ISCO) e como docente da Residência em Saúde da Família . Possui experiência nas áreas assistenciais em média e alta complexidade, bem como gestão dos serviços de saúde.
O avanço das teorias sobre ecossistemas de inovação consolidou seu uso como abordagem analítica e estratégica para compreender e orientar arranjos colaborativos entre universidades, empresas, governo e sociedade. Entretanto, a dimensão jurídica desses ecossistemas, embora central para sua estabilidade institucional e para a efetividade das políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação (CT&I), permanece pouco explorada na literatura especializada. Esta tese propõe um modelo conceitual de ecossistema de inovação ancorado no Direito, construído a partir do arcabouço jurídico brasileiro da inovação e fundamentado em diálogo com a teoria ecossistêmica contemporânea. O modelo estrutura-se em quatro módulos interdependentes — Atores Institucionais, Proposta de Valor, Instrumentos Jurídicos e Inovativos e Indicadores de Efetividade — que, articulados sob uma lógica modular e ecossistêmica, evidenciam o Direito como infraestrutura institucional de governança, integração e geração de valor. A pesquisa adota o método Design Science Research (DSR) como referencial metodológico central, permitindo o desenvolvimento e a validação iterativa do modelo por meio da revisão sistemática da literatura, da análise documental de marcos legais e institucionais e do exame de evidências empíricas nacionais. Essa integração metodológica assegura rigor teórico, coerência normativa e aderência institucional, permitindo compreender o artefato desenvolvido como uma ferramenta analítico-estrutural voltada à aferição da efetividade jurídica, institucional e socioeconômico dos ecossistemas de inovação. Como contribuição científica, a tese reformula o papel do Direito — de um mecanismo exógeno e meramente regulatório para uma estrutura constitutiva, organizadora e estratégica da inovação. Ao situá-lo como elemento integrador das relações, fluxos e competências institucionais, o modelo proposto oferece referenciais conceituais e normativos capazes de orientar a governança colaborativa, promover a segurança jurídica e fortalecer a capacidade adaptativa dos ecossistemas. Desse modo, o estudo reafirma o Direito como infraestrutura jurídica-institucional da inovação, indispensável à efetividade das políticas públicas e à geração de valor público e privado no desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro.Para demonstrar a aplicabilidade do modelo, será realizada a pesquisa-ação em turmas dos primeiro e segundo ano. Os instrumentos de coleta de dados utilizados nesta etapa são os questionários, entrevistas com os envolvidos e a observação participante, visando obter informações tanto sobre a evolução do aprendizado, quanto a experiência dos estudantes durante a aplicação do modelo.
Doutorando do Programa de Pós Graduação em Sociedade, Natureza e Desenvolvimento da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). Mestre em Propriedade Intelectual e Inovação Tecnológica – PROFNIT/Ufopa; Pós graduado em Direitos Humanos e Políticas Públicas pela Ufopa; Graduado em Direito pelo Centro Universitário Luterano de Santarém (CEULS/ULBRA).
A inovação consolidou-se como um dos principais motores do desenvolvimento econômico, social e ambiental em escala global, assumindo papel estratégico na transformação de territórios e na geração de novas oportunidades. No entanto, sua materialização depende da capacidade de articular atores, recursos e ambientes de suporte em redes colaborativas, denominadas ecossistemas de inovação. A Amazônia, por sua vez, apresenta singularidades que a diferenciam de outros contextos regionais, marcadas por sua vasta biodiversidade, riqueza cultural e desafios estruturais, como desigualdades sociais, logísticas e de infraestrutura. Nesse cenário, torna-se fundamental compreender e propor formas de orquestração de ecossistemas de inovação que respeitem suas especificidades e potencialidades, visando à valorização das vocações locais e à sustentabilidade da região. A pesquisa adota uma abordagem metodológica mista, combinando revisão sistemática da literatura, análise documental e estudos de caso, de modo a integrar evidências empíricas e referenciais teóricos. Para assegurar a consistência e a aplicabilidade do modelo proposto, será realizado um processo de validação científica por meio de painel de especialistas. Como contribuição científica, foi proposto o Modelo de Orquestração de Ecossistemas de Inovação Amazônico (MOREIA), que representa uma estrutura estratégica e um conjunto de ações coordenadas que visa conectar, articular e potencializar os diversos atores dentro do contexto regional amazônico, representando um processo dinâmico e evolutivo de construção coletiva voltado ao fortalecimento da inovação. O MOREIA é organizado com as fases de mobilização, articulação, consolidação e expansão configurando um percurso estratégico para integrar atores, alinhar interesses e promover a sinergia entre os diversos habitats de inovação. Cada fase, com suas etapas específicas, contribui para a estruturação de uma governança colaborativa, baseada em confiança, aprendizado e corresponsabilidade, elementos fundamentais para o amadurecimento do ecossistema. Foram ainda identificadas funções do “orquestrador amazônico”, que é o ator-chave ou agente responsável por liderar, articular e coordenar as atividades e os recursos de um ecossistema focado na Amazônia.O referencial teórico para nortear a construção da tese visitou autores que abordaram os seguintes temas: Construcionismo, Aprendizagem Criativa, Aprendizagem Significativa, Pensamento Computacional, Autoria de Jogos e o ambiente de programação Scratch. Para a condução da pesquisa, foi adotada a metodologia Design Science Research, estruturada em seis etapas: identificação do problema, definição dos objetivos, projeto e desenvolvimento, demonstração, avaliação e comunicação.
Para demonstrar a aplicabilidade do modelo, será realizada a pesquisa-ação em turmas dos primeiro e segundo ano. Os instrumentos de coleta de dados utilizados nesta etapa são os questionários, entrevistas com os envolvidos e a observação participante, visando obter informações tanto sobre a evolução do aprendizado, quanto a experiência dos estudantes durante a aplicação do modelo.
Doutorando do Programa de Pós Graduação em Sociedade, Natureza e Desenvolvimento da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). Mestre em Propriedade Intelectual e Transferencia de Tecnologia pela Universidade Federal do oeste do Pará (UFOPA). Graduação em Ciências Economicas pela Universidade da Amazônia – UNAMA. Atualmente é colaborador na Fundação de Integração Amazônica – FIAM.
A pesquisa tem como objetivo apresentar um modelo para o desenvolvimento do Pensamento Computacional na etapa escolar do Ensino Fundamental, incluindo a elaboração do modelo e a sua aplicação, além de verificar os resultados obtidos, junto a estudantes. A pesquisa visa contribuir para o desenvolvimento dos pilares do Pensamento Computacional em jovens no Ensino Fundamental por meio da utilização e autoria de jogos. Para a criação dos jogos, os estudantes utilizaram o ambiente Scratch, por ser de fácil aprendizagem e ser direcionado ao público jovem.
O referencial teórico para nortear a construção da tese visitou autores que abordaram os seguintes temas: Construcionismo, Aprendizagem Criativa, Aprendizagem Significativa, Pensamento Computacional, Autoria de Jogos e o ambiente de programação Scratch. Para a condução da pesquisa, foi adotada a metodologia Design Science Research, estruturada em seis etapas: identificação do problema, definição dos objetivos, projeto e desenvolvimento, demonstração, avaliação e comunicação.
Para demonstrar a aplicabilidade do modelo, será realizada a pesquisa-ação em turmas dos primeiro e segundo ano. Os instrumentos de coleta de dados utilizados nesta etapa são os questionários, entrevistas com os envolvidos e a observação participante, visando obter informações tanto sobre a evolução do aprendizado, quanto a experiência dos estudantes durante a aplicação do modelo.
Doutoranda do Programa de Pós Graduação em Sociedade, Natureza e Desenvolvimento da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). Mestre em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco (2006). Especialista em Informática para Aplicações Empresariais pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA. Graduação em Tecnologia em Processamento de Dados pela Universidade Federal do Pará (1998). Atualmente é docente da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), atuando no Programa de Computação – Curso de Bacharelado em Ciência da Computação e Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Banco de Dados, Informática na Educação e Engenharia de Software, atuando principalmente nos seguintes temas: Aprendizagem Baseada em Jogos Digitais, Gamificação, Acessibilidade Web e Aprendizagem Colaborativa.
Economista, Doutorando em Gestão do Conhecimento para a Inovação pela UFOPa, Mestre em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação e Especialista em Gestão da Ciência e Tecnologia e Educação Profissionalizante.Consultor nas áreas de Habitats de Inovação, Prospecção e Transferência de Tecnologia, Indicação Geográfica e Gestão do Conhecimento para Start-Ups, MPEs, Gestão Pública e ICTS.Experiencia em Planejamento Estratégico (Swot, Kpis), Gestão do Conhecimento (Inteligência Competitiva), Gestão Financeira e Gestão de Projetos.
A tese trata do papel das organizações híbridas na construção de ecossistemas de inovação voltados à bioeconomia amazônica, analisando como esses arranjos interinstitucionais podem articular ciência, setor produtivo, Estado e sociedade civil em processos de desenvolvimento inclusivo. O estudo parte do reconhecimento de que a Amazônia reúne desafios estruturais – como fragilidade institucional, desigualdades sociais e pressões ambientais – ao mesmo tempo em que oferece oportunidades singulares para a valorização de recursos da sociobiodiversidade. O referencial teórico combina o Modelo da Hélice Tríplice e suas derivações com contribuições recentes sobre organizações híbridas e inovação social, buscando compreender de que modo essas formas organizacionais conciliam lógicas distintas (públicas, privadas e comunitárias) em prol da sustentabilidade. Metodologicamente, a pesquisa adota abordagem qualitativa, triangulando análise documental, questionários aplicados a stakeholders e representantes das organizações, além da utilização da Análise de Redes Sociais (SNA) para identificar padrões de interação. Os resultados revelam que as organizações híbridas desempenham papel estratégico ao ampliar a integração entre atores e consolidar capacidades internas que favorecem a inovação em cadeias da bioeconomia. Evidenciam também que a adequação ao ambiente institucional e a interdependência entre atores são fatores críticos para a sustentabilidade de longo prazo. Conclui-se que tais organizações não apenas validam hipóteses sobre modelos colaborativos de inovação, mas também oferecem caminhos práticos para políticas públicas e estratégias de desenvolvimento regional baseadas na valorização da biodiversidade amazônica.
As incubadoras de base tecnológica são essenciais para impulsionar a inovação e fortalecer o desenvolvimento regional, porém ainda enfrentam desafios relacionados à gestão, infraestrutura e adaptação a contextos específicos, especialmente em regiões como o Oeste do Pará. Embora existam referenciais nacionais e internacionais para gestão de incubadoras, muitos deles são genéricos e pouco sensíveis às particularidades territoriais, ao perfil de negócios da Amazônia e às demandas de incubadoras voltadas à base tecnológica e à bioeconomia. Este trabalho tem como objetivo propor um modelo de gestão e operação adaptado à realidade local, oferecendo diretrizes práticas, métricas e processos aplicáveis à Incubadora do Tapajós (InTap). A pesquisa adota abordagem exploratória-descritiva, com revisão bibliográfica, estudo de caso, entrevistas com atores de ecossistema e análise documental. Os dados serão analisados por métodos qualitativos e quantitativos. Espera-se como resultado a elaboração de um Guia de Boas Práticas que supere limitações dos modelos existentes, contribuindo para uma gestão mais eficiente e replicável em incubadoras com características semelhantes.
Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação (2024) – PROFNIT no ponto focal Universidade Federal do Oeste do Pará, UFOPA, Brasil, Graduado em Tecnologia de Redes de Computadores (2012) – IESPES – Santarém / PA. Atualmente é estagiário na Agência de Inovação Tecnológica da Ufopa como Gestor da Incubadora do Tapajós desde 2024. Atuou como Professor Substituto na área de computação no IFPA Campus Santarém (2022-2024), Professor do Curso de Redes do Computadores do IESPES (2015-2020) e Diretor Executivo no AMAZON Cursos (2005-2021). Tem experiência nas áreas de computação e gestão empresarial, professor/facilitador de cursos de formação e qualificação profissional e outras áreas correlacionadas
Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal do Pará, especialista em Gestão Escolar pela Universidade Federal do Oeste do Pará e mestranda em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação pelo PROFNIT. Atua no terceiro setor, desenvolvendo ações voltadas à educação para o mundo do trabalho, especialmente junto a adolescentes e jovens. Possui experiência em Educação Superior e em práticas pedagógicas em contextos não escolares, com ênfase em Pedagogia Empresarial.
O presente trabalho apresentou um estudo sobre o Direito Autoral e os Recursos Educacionais Abertos (REA), com o objetivo de disseminar o conhecimento sobre propriedade intelectual entre adolescentes e jovens. A pesquisa foi desenvolvida a partir de revisão bibliográfica, com abordagem qualitativa e descritiva, buscando compreender como os direitos autorais se aplicam ao contexto digital e às novas formas de compartilhamento de conteúdo, especialmente nas mídias sociais. Como resultado, elaborou-se um produto técnico-pedagógico: um e-book em formato de história em quadrinhos intitulado “Direito Autoral em Quadrinhos”, que aborda o tema do direito autoral na música. O material foi produzido com foco na popularização do conhecimento, utilizando linguagem simples, próxima do público jovem, e recursos visuais inspirados em paisagens amazônicas que valorizam elementos culturais e naturais da região. A narrativa, protagonizada por personagens jovens, apresenta situações cotidianas envolvendo o uso e o compartilhamento de obras musicais, exemplificando aspectos de autoria, licenciamento e uso ético de conteúdos disponíveis na internet. Essa abordagem visual e narrativa buscou tornar o aprendizado mais acessível e contextualizado, aproximando os conceitos jurídicos da realidade digital do público-alvo. Para avaliar a efetividade do produto e a compreensão dos conceitos apresentados, aplicou-se a HQ junto a dois grupos: jovens aprendizes e alunos do PROFNIT/UFOPA. A atividade envolveu a leitura do e-book e o preenchimento de um formulário avaliativo, destinado à verificação do entendimento e da percepção sobre o material. Os resultados indicaram boa aceitação e assimilação dos conteúdos, revelando que a HQ contribuiu para a compreensão dos conceitos de direito autoral e estimulou reflexões sobre o uso responsável de conteúdos nas mídias sociais. Assim, o estudo demonstrou que o produto técnico-pedagógico alcançou seus objetivos ao integrar conhecimento jurídico e estratégias criativas de comunicação, evidenciando o potencial das histórias em quadrinhos como ferramenta de ensino e sensibilização sobre os direitos autorais e reforçando o papel dos REA na democratização do saber.
O produto apresenta situações práticas envolvendo o uso de obras musicais em mídias sociais, abordando autoria, licenciamento e uso ético de conteúdos. A narrativa utiliza personagens jovens inseridos em cenários inspirados na região amazônica, reforçando a identificação com o público-alvo. O formato em quadrinhos foi escolhido por sua capacidade de explicar conceitos jurídicos de maneira visual, direta e acessível.
A HQ foi aplicada a dois grupos — jovens aprendizes e alunos do PROFNIT/UFOPA — por meio de leitura do e-book e preenchimento de formulário avaliativo. Os resultados demonstraram boa compreensão dos conteúdos e indicaram que o material contribui para o entendimento dos direitos autorais e para a reflexão sobre práticas responsáveis nas redes sociais.
Assim, “Direito Autoral em Quadrinhos” configura-se como um recurso educativo de caráter aberto, destinado à popularização do direito autoral e à promoção do uso consciente de conteúdos digitais.